Carta aberta aos aventureiros do mundo digital

Carta aberta aos aventureiros do mundo digital

Carta aberta aos aventureiros do mundo digital

Eu preciso virar a página.


Preciso deixar tudo o que aconteceu para trás.


E não consigo fazer isso sem deixar uma carta aberta assumindo meus erros. Tudo ficará claro quando você tiver terminado de ler.


Primeiro, você precisa saber algumas coisas sobre mim: eu sou engenheiro químico, minha matéria preferida era cálculo e sempre gostei de números.


Mas tem uma coisa que gosto muito mais: livros.


Isso é importante para você entender o meu maior debate interior: com o que eu deveria trabalhar?


Em 2018 comecei a gravar vídeos com um único objetivo: ser pago para ler livros. Eu não sabia como isso aconteceria, mas era o que eu queria.


Não demorou muito para eu perceber uma vocação: dar aulas. Eu conseguia explicar coisas complexas de um jeito que leigos no assunto entendiam perfeitamente; sei disso porque até aula sobre derivativos eu já dei.


Os anos se passaram e em 2020 comecei a fazer algum dinheiro vendendo o curso mais óbvio do mundo: como ler livros. E essa foi minha primeira fase no digital.


Mas depois de 4 anos enjoei de falar disso; descobri que cansa ensinar as mesmas técnicas de leitura e memorização o tempo inteiro. Mais ainda: eu tinha entendido o jogo e queria dinheiro, e o mercado da leitura não é o mais rentável para cursos. Então comecei a mudar para um outro tema que sempre gostei de estudar: produtividade. Essa foi minha segunda fase no digital.


Nessa fase eu criei meu produto preferido: O Condado.


Mas aí eu vivi meu primeiro grande problema: transformei meu pequeno negócio altamente lucrativo de 3 pessoas em um pequeno time de 10. Foi a ganância.


Eu queria mais dinheiro, e achava que com mais pessoas ficaria rico mais rápido.


A realidade foi clara: os custos aumentaram e eu precisava gerir uma equipe e vários processos, ou seja, o trabalho aumentou muito!


Nessa época eu pensei: não tenho vocação para ser empresário.


Em questão de 3 ou 4 meses eu não suportei e chutei o balde: demiti todo mundo que dava e decidi recomeçar. Para resetar as coisas, abandonei o Condado e mudei tudo: comecei a falar de marketing. E essa é a terceira fase.


Confesso que mudei para o mercado do marketing por dois motivos:


  1. Eu sabia que ele dava mais dinheiro.


  2. Eu tinha ficado bom nisso, já tinha feito dinheiro suficiente para ter uma reserva e já era capaz de explicar para outras pessoas como fazer o mesmo.


Mas eu tinha prometido para mim mesmo que não teria mais equipe.


“Eu não sou empresário, sou professor”, era esse meu pensamento.


Essa fase foi boa. Eu tinha encontrado a ideia do one person business e ela era perfeita para mim: “Um negócio de uma pessoa só? Viver sem equipe? Era exatamente o que eu fazia antes de me emocionar e contratar 10 pessoas!”


Estudei, desenvolvi minha própria tese de como construir um negócio sozinho e criei o Projeto Valinor (hoje se chama Projeto OPB): um lugar para ensinar tudo o que eu sei sobre marketing e negócios, focado, evidentemente, em one person business.


De lá pra cá eu faturei o que todo mundo sonha quando começa aqui e fiz minha vida material: casa, carro e todo aquele sonho do brasileiro que nasceu numa família da classe média baixa e morava numa casa de madeira que tinha goteira.


E eu também descobri uma coisa: posso não ser o Flávio Augusto, mas algum tipo de empresário eu sou. Nunca me endividei, minha empresa nunca ficou sem caixa e meu negócio cresceu todos os anos; mesmo com um monte de erros pelo caminho, eu cuidei bem do dinheiro e da operação.


Mas com o tempo comecei a sentir saudades de falar das coisas que eu lia. Queria falar de filosofia, literatura, produtividade e tantos outros assuntos interessantes, mas já não tinha mais espaço para isso no Valinor. E o negócio estava dando dinheiro. Não só isso, tinha demanda para mais: serviços.


E aí decidi pelo pior. Por que a gente se esquece dos nossos propósitos?


Eu me esqueci da minha essência e, de novo, fiz a mesma coisa que já tinha me custado dinheiro, paz e até umas amizades: formei uma equipe.


Por diversas razões, decidi ter não apenas uma, mas duas empresas de serviços, algo que eu já sabia que não queria ter há mais de 10 anos quando trabalhei com meu pai na corretora de seguros dele.


Isso me levou a uma equipe de mais de 20 pessoas e uma lista de mais de 30 clientes. É claro que deu errado.


Eu sou um professor que tem empresa. Não um empresário que dá aulas.


Não preciso de uma grande empresa com um enorme time comercial e funis de venda automáticos; nada disso; eu preciso de uma escola.


Se tem uma coisa que demorei a perceber é essa: o que eu quero é dar aulas e ter uma vida confortável; não preciso de bilhões, jatinhos, Porsches e Ferraris. Eu não quero ser reconhecido por ser um grande empresário, mas por ser um grande educador.


A real? Eu passei os últimos 4 meses resolvendo tudo o que precisava para voltar para o eixo. Demiti pessoas, tive conversas difíceis com clientes, decepcionei um tanto de gente pelo caminho e, não vou mentir, ainda estou lidando com uma espécie de tristeza que todo esse processo gerou; não é legal deixar as pessoas na mão e dizer para elas que não vão mais ter um pagamento no mês que vem.


Essa era a página que eu precisava virar.


E agora eu quero começar a minha quarta fase aqui no digital. Essa é a página em branco que eu começo a escrever agora.


A partir de hoje quero compartilhar com você os três princípios que estão guiando a minha vida desde 2023:


  1. Produtividade lenta.

  2. Minimalismo digital.

  3. Trabalho focado.


Esses princípios serão os pilares da minha escola.


Mas para você entender o que vai ser essa escola e se ela é para você, eu decidi fazer o seguinte:


Todos os dias vou mandar uma carta (provavelmente mais curta que essa) me aprofundando um pouco mais nessas ideias.


Essas cartas vão ser enviadas em um grupo de WhatsApp até o dia 23 de março. Serão 23 cartas. E no último dia eu vou abrir as inscrições para a escola.


Se você quiser receber essas cartas e acompanhar toda a construção dessa nova fase, é simples: é só clicar no botão abaixo, preencher os campos e entrar no grupo.

Eu preciso virar a página.


Preciso deixar tudo o que aconteceu para trás.


E não consigo fazer isso sem deixar uma carta aberta assumindo meus erros. Tudo ficará claro quando você tiver terminado de ler.

Primeiro, você precisa saber algumas coisas sobre mim: eu sou engenheiro químico, minha matéria preferida era cálculo e sempre gostei de números.


Mas tem uma coisa que gosto muito mais: livros.


Isso é importante para você entender o meu maior debate interior: com o que eu deveria trabalhar?

Em 2018 comecei a gravar vídeos com um único objetivo: ser pago para ler livros. Eu não sabia como isso aconteceria, mas era o que eu queria.


Não demorou muito para eu perceber uma vocação: dar aulas. Eu conseguia explicar coisas complexas de um jeito que leigos no assunto entendiam perfeitamente; sei disso porque até aula sobre derivativos eu já dei.

Os anos se passaram e em 2020 comecei a fazer algum dinheiro vendendo o curso mais óbvio do mundo: como ler livros. E essa foi minha primeira fase no digital.


Mas depois de 4 anos enjoei de falar disso; descobri que cansa ensinar as mesmas técnicas de leitura e memorização o tempo inteiro. Mais ainda: eu tinha entendido o jogo e queria dinheiro, e o mercado da leitura não é o mais rentável para cursos. Então comecei a mudar para um outro tema que sempre gostei de estudar: produtividade. Essa foi minha segunda fase no digital.

Nessa fase eu criei meu produto preferido: O Condado.


Mas aí eu vivi meu primeiro grande problema: transformei meu pequeno negócio altamente lucrativo de 3 pessoas em um pequeno time de 10. Foi a ganância.


Eu queria mais dinheiro, e achava que com mais pessoas ficaria rico mais rápido.


A realidade foi clara: os custos aumentaram e eu precisava gerir uma equipe e vários processos, ou seja, o trabalho aumentou muito!

Nessa época eu pensei: não tenho vocação para ser empresário.


Em questão de 3 ou 4 meses eu não suportei e chutei o balde: demiti todo mundo que dava e decidi recomeçar. Para resetar as coisas, abandonei o Condado e mudei tudo: comecei a falar de marketing. E essa é a terceira fase.


Confesso que mudei para o mercado do marketing por dois motivos:


  1. Eu sabia que ele dava mais dinheiro.


  2. Eu tinha ficado bom nisso, já tinha feito dinheiro suficiente para ter uma reserva e já era capaz de explicar para outras pessoas como fazer o mesmo.

Mas eu tinha prometido para mim mesmo que não teria mais equipe.


“Eu não sou empresário, sou professor”, era esse meu pensamento.


Essa fase foi boa. Eu tinha encontrado a ideia do one person business e ela era perfeita para mim: “Um negócio de uma pessoa só? Viver sem equipe? Era exatamente o que eu fazia antes de me emocionar e contratar 10 pessoas!”


Estudei, desenvolvi minha própria tese de como construir um negócio sozinho e criei o Projeto Valinor (hoje se chama Projeto OPB): um lugar para ensinar tudo o que eu sei sobre marketing e negócios, focado, evidentemente, em one person business.

De lá pra cá eu faturei o que todo mundo sonha quando começa aqui e fiz minha vida material: casa, carro e todo aquele sonho do brasileiro que nasceu numa família da classe média baixa e morava numa casa de madeira que tinha goteira.


E eu também descobri uma coisa: posso não ser o Flávio Augusto, mas algum tipo de empresário eu sou. Nunca me endividei, minha empresa nunca ficou sem caixa e meu negócio cresceu todos os anos; mesmo com um monte de erros pelo caminho, eu cuidei bem do dinheiro e da operação.

Mas com o tempo comecei a sentir saudades de falar das coisas que eu lia. Queria falar de filosofia, literatura, produtividade e tantos outros assuntos interessantes, mas já não tinha mais espaço para isso no Valinor. E o negócio estava dando dinheiro. Não só isso, tinha demanda para mais: serviços.


E aí decidi pelo pior. Por que a gente se esquece dos nossos propósitos?


Eu me esqueci da minha essência e, de novo, fiz a mesma coisa que já tinha me custado dinheiro, paz e até umas amizades: formei uma equipe.

Por diversas razões, decidi ter não apenas uma, mas duas empresas de serviços, algo que eu já sabia que não queria ter há mais de 10 anos quando trabalhei com meu pai na corretora de seguros dele.


Isso me levou a uma equipe de mais de 20 pessoas e uma lista de mais de 30 clientes. É claro que deu errado.


Eu sou um professor que tem empresa. Não um empresário que dá aulas.


Não preciso de uma grande empresa com um enorme time comercial e funis de venda automáticos; nada disso; eu preciso de uma escola.

Se tem uma coisa que demorei a perceber é essa: o que eu quero é dar aulas e ter uma vida confortável; não preciso de bilhões, jatinhos, Porsches e Ferraris. Eu não quero ser reconhecido por ser um grande empresário, mas por ser um grande educador.


A real? Eu passei os últimos 4 meses resolvendo tudo o que precisava para voltar para o eixo. Demiti pessoas, tive conversas difíceis com clientes, decepcionei um tanto de gente pelo caminho e, não vou mentir, ainda estou lidando com uma espécie de tristeza que todo esse processo gerou; não é legal deixar as pessoas na mão e dizer para elas que não vão mais ter um pagamento no mês que vem.

Essa era a página que eu precisava virar.


E agora eu quero começar a minha quarta fase aqui no digital. Essa é a página em branco que eu começo a escrever agora.


A partir de hoje quero compartilhar com você os três princípios que estão guiando a minha vida desde 2023:


  1. Produtividade lenta.

  2. Minimalismo digital.

  3. Trabalho focado.


Esses princípios serão os pilares da minha escola.


Mas para você entender o que vai ser essa escola e se ela é para você, eu decidi fazer o seguinte:

Todos os dias vou mandar uma carta (provavelmente mais curta que essa) me aprofundando um pouco mais nessas ideias.


Essas cartas vão ser enviadas em um grupo de WhatsApp até o dia 23 de março. Serão 23 cartas. E no último dia eu vou abrir as inscrições para a escola.


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Algum lugar da Terra Média

1 de março de 2026.

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Elton Luiz - 2026. Todos os direitos reservados.

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